Exercício 3: ESTRUTURA E EXPRESSIVIDADE_ Paradoxo

Imagem

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EXERCÍCIO – PARADOXO

Eu escolhi este paradoxo pois pensei que se adequava à metáfora elaborada pela minha colega Camila Remonatto no trabalho anterior. Influenciei-me não só na ideia transmitida pela minha colega como também pelo famoso Jonh Ruskin que considerava que a melhor forma de “destruir” uma obra de arte é restaura-la ou seja para ele era melhor manter – se a obra em ruína do que se aplicar o próprio restauro, porque  isso tornar-se ia um falso restauro daí este paradoxo mesmo que queremos ir ao passado este nunca poderá ser visto como algo novo, actual ou moderno pois por detrás da obra tem uma historia, existe um passado nunca poderá ser removido.

Relativamente a segunda metáfora elaborada pela minha colega Margarida Fernandes penso que o paradoxo escolhido se apropriava à imagem, remeteu sem qualquer dúvida ao mundo infantil, a imagem tem cores e formas que nos encantam e nos deixam idealizados com o mundo de uma criança as cores alegres e as formas geométricas.

Expôs este paradoxo de forma a que me levasse para este mundo encantando, relacionando-o com a Arte com a Fantasia  com a Realidade  e com a  própria Vida estas componentes misturam-se e florescem, tal como uma criança.

Paradoxo

Esta imagem bitmap é da autoria de Henriqueta Silva. A imagem é o Palácio da Pena, um edifício arquitectónico em Sintra. O meu paradoxo é inspirado na obra de René Magritte, onde figura a imagem de um cachimbo e o autor colocou uma frase afirmando que aquilo não era um cachimbo. Neste caso eu afirmo que o edifício na imagem, não é arquitectura.  A verdade é que o Palácio da Pena vai para além de ser arquitectura, para nós, é património.

 

A segunda imagem é da minha colega Miriam Lopes, representando a saída profissional que ela escolheu, que é o restauro de têxteis. Escolhi a frase “Com tempo, tudo cura” porque não é o que acontece com os objectos. Com o tempo as coisas vão-se degradando, deixando para o restaurador, o papel de “curar”.

Exercício_3_Paradoxo

Exercicio_3_Paradoxo_CamilaMortariRemonatto_Imagem_MargaridaCarrilho

A primeira imagem que trabalhei, de Ana Margarida Carrilho, a frase escolhida, faz um paradoxo com a metáfora elegida por ela. A imagem representa o mundo da curadoria, do universo museológico, da montagem de uma exposição. Quando um curador monta uma exposição, ao escolher o percurso no qual as obras/objectos vão ser apresentados, seus enquadramentos neste contexto, de certa forma, ele influência e direcciona a apreciação das obras pelo público. Em um museu, ou em um contexto de uma exposição planeada o apreciador não é de todo livre para interpretar aquilo que vê.

Exercicio_3_Paradoxo_CamilaMortariRemonatto_Imagem_MargaridaFernandes

Já a segunda imagem trabalhada, feita por Margarida Fernandes, o paradoxo proposto reside sobre a imagem escolhida por ela, um quadro de Paul Klee. A frase de Leonardo da Vince expressa o pensamento vigente em sua época, do Renascimento, que possuía regras rígidas para definir o Belo. Caso observássemos esta obra de Paul Klee sob esta óptica específica do Renascimento provavelmente ela não seria aceite como uma obra de arte porque não iriam cumprir estes requisitos. A letra escolhida faz alusão a própria caligrafia de Leonardo da Vince.

Ana Fidalgo – Exercício 3 – Imagem e Texto

No primeiro utilizei a imagem Bitmap da Rita Afonso “Lufada de ar fresco” e utilizei como paradoxo a palavra “Evolução”. Enquanto esta imagem tinha, inicialmente, um sentido de motivação, passou agora a ter um sentido de evolução. A imagem trata-se de uma evolução de um instrumento musical daí a minha escolha.

No segundo utilizei a imagem Vectorial da Mariana Neves “Galeria” e utilizei como paradoxo a palavra “Espectador”. Enquanto esta imagem dava, inicialmente, ênfase a galeria, agora passa a dar ênfase ao espectador, porque sem estes não há exposições e sem exposições não há galerias.

Exercício 3_Paradoxo – Talita Coral

Imagem original de Rafael Simão (Vetorial). Tentei não justificar pela explicação da imagem original e busquei criar a leitura entre a imagem do “Homem Vitruviano” – que significa as proporções perfeitas do corpo humano – e a lupa, indicando a busca por algo.

 

Imagem original de Silvania Cappua Barbosa (Bitmap). A frase introduzida na imagem foi uma forma de brincar com uma das frases mais conhecidas da Igreja Católica “até que a morte nos separe” e a valorização e reconhecimento da fé na própria Igreja nos dias actuais.

Exercicio_3_ Anabela Cardeira

Com as imagens dos meus colegas de grupo, decidi consultar os sites que a professora facultou, acabando por posteriormente encontrar este site que se revelou bastante útil uma vez que se pode fazer download das várias fontes que acharmos interessantes. http://www.dafont.com

Na imagem de bitmap, da colega Maria José Coelho, uma vez que está representado Cristo, resolvi colocar a palavra Ecce Homo, seguida de uma frase em latim.

            “Nihil est quod Deus efficere non possit”

             “A Deus nada é impossível”

Escolhi a frase em latim uma vez que o Cristo representado na imagem, aparenta ser do seculo XVIII, daí achei por bem colocar uma língua morta, o latim, que outrora foi utilizada por muitos dos nossos antepassados.

Com a imagem do colega Arlindo Alface, optei por brincar com mesma, uma vez que a própria imagem já é um paradoxo, e como tal decidi colocar essa mesma indicação como titulo. “Anabela Cardeira with Arlindo Alface present …Paradoxo”. No entanto, ao ler a descrição que o colega Arlindo coloca no blog, pesquisei varias frases em torno do tema “futuro”. Escolhendo por fim a frase que mais sentido faz com imagem.

“O futuro pertence aqueles que acreditam na beleza dos seus sonhos”

  Eleanor Roosevelt