Exercicio_4

Para este exercício fui buscar um trabalho do ano passado da disciplina de Teoria e Critica da Historia da Arte II.

Este trata-se de uma analise a uma obra do pintor Noronha da Costa, com o nome Deus morreu: morte ao rei. Na micro estrutura expus o trabalho no geral com todos os pormenores de tipos de letra, tamanha de letras, entre outros pormenores.

Na macro estrutura fiz uma espécie de um planeamento do que seria o trabalho de uma forma simples e estruturada.

Em anexo tem também o trabalho já finalizado e paginado, em pdf.

trabalho-paginação.

micro

Macro-Estrutura---multimedia-1

Macro-Estrutura---multimedia-2

paradoxo_exercício3

Para começar decidi usar a imagem vectorial da Rita Afonso, que ela intitulou por “Lufada de ar fresco”. Portanto decidi pegar neste tema e fazer um paradoxo, relacionando a ideia dela, com a imagem, resultando como “O poder da liberdade”. Optei por este paradoxo, pela simples razão de que, uma lufada de ar fresco faz-nos sempre pensar em algo livre, que nos faz bem e por consequência nos sabe bem. A lufada de ar fresco, resulta de uma decisão, ou seja, o facto de ser possível fazer uma escolha. “O poder da liberdade”, faz-nos levar a pensar que qualquer liberdade tem um preço, isto é, para ser livre algo tem que se dar em troca, e para haver liberdade é necessário tomar essa decisão, ou seja, pode-se optar pela liberdade. Nesta imagem tentei dar usar tons de azul, que por norma transmite calma, e algo fresco. Na palavra poder, usei tons de azul mais escuro, para dar ênfase ao sentido de que para haver liberdade é possível tomar essa decisão. O tipo de letra utilizado foi Orator Std. 

 

Na segunda imagem, usei a imagem Bitmap da Ana Fidalgo, em que ela explica os caminhos de ferro como um caminho a tomar, sendo este um caminho que a leve por vários rumos, várias experiências. No meu entender, estes caminhos vão dar a algum lado, ou seja, ao percorrer estes caminhos, a ideia final será chegar ao destino, e para se chegar a esse destino é preciso passar por muitas “paragens”, e muitas etapas, onde por vezes podem haver encruzilhadas. “Encruzilhadas”, foi o paradoxo que decidi escolher para esta imagem, porque como já expliquei, estes caminhos vão se cruzar com outros caminhos e outras paragens, mas tudo isto tem como objectivo chegar a uma conclusão e a um final. Tentei usar mais cores nas letras, visto a imagem ser a preto e branco, e como próprio paradoxo da imagem, as letras são coloridas. O tipo de letra usado foi OCR A Std. 

 

Metáfora exercício

Neste exercício optei por falar de um caminho que pretendo seguir, ou caso não seja este ao certo, que seja algo do género – a curadoria. Na imagem 1, optei por representar uma sala de exposições de uma galeria, como se ainda estivesse em estudo e análise, onde a principal obra exposta seria uma “nova fonte” – referente à Fountian de Marcel Duchamp. Esta encontra-se modificada, com outros tons e virada ao contrário, pelo simples facto de não ser a “fonte original” mas sim uma “nova fonte”. Tal como a “fonte original” criou um novo impacto na arte, gostaria que a “nova fonte” criasse alguma nova sensação, por variados motivos. A pessoa que se encontra a olhar, olha não para a obra, mas sim a maneira como a exposição está feita, como se a própria sala de exposições fosse a obra de arte, ou seja, o que está a ser apreciado não são as obras em si mas sim a obra de arte que é a sala de exposições, que tem de resultar a 100% para que as obras de arte funcionem a 100% igualmente. A segunda imagem 2 é feita no illustrator, em vector.

Hello!

Hello! Sou a Mariana e tenho 19 anos, nasci em Coimbra e vivo em Pombal. Estou a estudar em Lisboa, na Faculdade de Belas Artes de Lisboa, no curso de Ciências da Arte e do Património, e já no 3º ano. Embora esteja no último ano do curso ainda não sei o que fazer para o ano, estou certa que devo continuar a estudar, seja em Portugal ou no Estrangeiro. Gostava de seguir a área da curadoria ou algo do género no meu futuro, no entanto ainda não me vejo com o perfil ideal para tal, ainda necessito de muito estudo e aprendizagem antes de entrar no mercado de trabalho. Nunca me vi a idealizar o futuro, sempre gostei de viver o presente e não fazer muitos planos. Gosto de estudar e de viver a minha vida sem previsões futuras. Por agora vou me concentrar em acabar o curso.