Exercício 4 | Margarida Fernandes

Para este exercício decidi adaptar um trabalho que realizei no segundo ano para a Unidade Curricular de Estética I. O titulo do trabalho é: Running Fence, uma instalação temporária que teve lugar na Califórnia entre 1972 e 1976, da autoria de Christo e Jeanne-Claude.

Conjuguei o texto e a imagem deste trabalho de acordo com o pedido no exercício. Como tal realizei, uma micro e macro estrutura, presentes em baixo, tal como o trabalho final, que montei no word, e que se encontra em formato PDF no fim deste post.

MACRO_ESTRUTURA      micro_estrrutura

Link para pdf:

Running_Fence_MargaridaFernandes_CAP

Margarida Fernandes, nº5827

Paradoxo_Margarida Fernandes

Imagem da Margarida Carrilho

Esta imagem é da autoria de Margarida Carrilho. A própria imagem cria uma espécie de paradoxo, tento em conta que a autora tem maior interesse pela curadoria, e no caso desta imagem, focou-se no restauro através da curadoria, usando uma imagem central referente ao restauro e distorcendo o espaço onde esta se insere, que inclui também uma mulher que a observa. Através desta ideia, ou seja, através da preferência da autora pela curadoria, decidi colocar o seguinte provérbio popular português junto da sua imagem: “Nunca digas desta água não beberei”, fazendo assim uma espécie brincadeira com a famosa expressão, “Nunca digas nunca”, ou seja, não se sabe o dia de amanhã, não se sabe se alguma vez esta autora não virá a fazer restauro.

Imagem da Camila Remonatto

Esta imagem é da autoria de Camila Remonatto, nesta imagem a autora pretendeu mostrar os dois lados do restauro, o lado esquerdo – degradado (o passar do tempo sem qualquer intervenção humana) e, o lado direito – restaurado (limpo e conservado com intervenção do homem bem presente). Para isso escolhi o provérbio popular português: “Não há bela sem senão”, de modo a demonstrar os dois lados das práticas de restauro. Pois, o restauro pode ser vantajoso em termos de preservação da obra, mas também pode dar origem a uma perda total ou parcial, do significado temporal e histórico desta. Por outro lado, o “não restauro”, pode levar ao desgaste/deteorização da obra, o que pode levar à sua perda total.

“Manipulação do Passado”

Consoante o tema do trabalho, optei por uma “metáfora” relacionada com a Conservação e Restauro – área que pretendo seguir a nível profissional. Deste modo, escolhi uma pintura do Paul Klee – “Full Moon”, um dos meus artistas favoritos e adaptei-a ao tema pedido. Para esse efeito, fiz algumas manipulações na imagem, dando alguma textura e um rasgão, de modo a simular uma tela rasgada e oxidada. Optei por esta linguagem, pois, uma tela neste estado, necessita obrigatoriamente de ser restaurada, manipulando deste modo o passado para este perdurar no futuro.

A imagem foi inicialmente “manipulada” no Adobe Photoshop, a partir do qual exportei em formato Bitmap, para depois, transforma-la em Vectorial no Adobe Illustrator, de modo a que esta possa ser aumentada/impressa em grande escala.

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Apresentação

Olá, chamo-me Margarida, tenho 20 anos e sou aluno do 3º ano de Ciências da Arte e do Património, e esta é a cadeira de Projecto Multimédia I.

Apesar de estar num curso virado para a Conservação e Restauro também tenho com interesses a Ilustração Infantil, pois como me encontro numa faculdade virada para o mundo das artes, isso possibilitou-me a aquisição de outros conhecimentos além dos que o curso dispõe. Além disso gosto de andar no campo ou na praia e ouvir música, formas que utilizo regularmente para descontrair.

Uma das formas que utilizo para ter inspiração para desenvolver novos projectos de Ilustração é através da observação de outros trabalhos e para isso costumo utilizar meios digitais ligados ramo artístico.

Apesar de me interessar por outras áreas o meu principal interesse para o futuro é a área de Conservação e Restauro a qual escolhi estudar.