Paradoxo_Margarida Fernandes

Imagem da Margarida Carrilho

Esta imagem é da autoria de Margarida Carrilho. A própria imagem cria uma espécie de paradoxo, tento em conta que a autora tem maior interesse pela curadoria, e no caso desta imagem, focou-se no restauro através da curadoria, usando uma imagem central referente ao restauro e distorcendo o espaço onde esta se insere, que inclui também uma mulher que a observa. Através desta ideia, ou seja, através da preferência da autora pela curadoria, decidi colocar o seguinte provérbio popular português junto da sua imagem: “Nunca digas desta água não beberei”, fazendo assim uma espécie brincadeira com a famosa expressão, “Nunca digas nunca”, ou seja, não se sabe o dia de amanhã, não se sabe se alguma vez esta autora não virá a fazer restauro.

Imagem da Camila Remonatto

Esta imagem é da autoria de Camila Remonatto, nesta imagem a autora pretendeu mostrar os dois lados do restauro, o lado esquerdo – degradado (o passar do tempo sem qualquer intervenção humana) e, o lado direito – restaurado (limpo e conservado com intervenção do homem bem presente). Para isso escolhi o provérbio popular português: “Não há bela sem senão”, de modo a demonstrar os dois lados das práticas de restauro. Pois, o restauro pode ser vantajoso em termos de preservação da obra, mas também pode dar origem a uma perda total ou parcial, do significado temporal e histórico desta. Por outro lado, o “não restauro”, pode levar ao desgaste/deteorização da obra, o que pode levar à sua perda total.

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