EXERCÍCIO – PARADOXO

Eu escolhi este paradoxo pois pensei que se adequava à metáfora elaborada pela minha colega Camila Remonatto no trabalho anterior. Influenciei-me não só na ideia transmitida pela minha colega como também pelo famoso Jonh Ruskin que considerava que a melhor forma de “destruir” uma obra de arte é restaura-la ou seja para ele era melhor manter – se a obra em ruína do que se aplicar o próprio restauro, porque  isso tornar-se ia um falso restauro daí este paradoxo mesmo que queremos ir ao passado este nunca poderá ser visto como algo novo, actual ou moderno pois por detrás da obra tem uma historia, existe um passado nunca poderá ser removido.

Relativamente a segunda metáfora elaborada pela minha colega Margarida Fernandes penso que o paradoxo escolhido se apropriava à imagem, remeteu sem qualquer dúvida ao mundo infantil, a imagem tem cores e formas que nos encantam e nos deixam idealizados com o mundo de uma criança as cores alegres e as formas geométricas.

Expôs este paradoxo de forma a que me levasse para este mundo encantando, relacionando-o com a Arte com a Fantasia  com a Realidade  e com a  própria Vida estas componentes misturam-se e florescem, tal como uma criança.

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